Caros sócios, simpatizantes e amigos do Ribatejano Futebol Clube Valadense, lanço o apelo para quem quiser ser colaborador deste blog que envie o seu e-mail e nome para vascocas@gmail.com

sábado, 31 de maio de 2008

Estágio de Jovens Músicos regressa a Valada e traz a Dança como principal novidade

De 16 a 27 de Julho Music & Dance Summer School


No ano passado centrou-se apenas na música, mas este ano vai alargar os horizontes e abranger também a dança. O Music & Dance Summer School vai regressar a Valada, de 16 a 27 de Julho, para o 2.º estágio de orquestra e dança clássica.

O estágio/formação dirige-se a jovens músicos e bailarinos de todas as instituições escolares musicais e artísticas do país e o seu principal objectivo é incrementar a qualidade da aprendizagem, estimular o interesse pela música e pela dança e responder, de forma inequívoca, aos desafios da sociedade de informação e do conhecimento. Está aberto a jovens a partir dos 12anos e, no caso da dança, será promovido um curso que abrange crianças dos 6 aos 12 anos.

Trata-se de uma formação intensiva, com a duração de 12 dias, que dará especial relevo às classes de Orquestra e de Dança Clássica, pretendendo incorporar na vivência dos jovens músicos e bailarinos o conhecimento adquirido em diferentes realidades musicais e artísticas. O estágio irá envolver também workshops dedicados às duas áreas, designadamente, Informática Musical, Sequenciação & Tecnologias da Música, Hip-Hop, Dança Contemporânea e Composição Coreográfica.

As apresentações Finais de Estágio incorporam o trabalho desenvolvido pelas classes de Orquestra e de Dança Clássica, num espectáculo em conjunto onde músicos e bailarinos irão apresentar o seu trabalho final. No dia 25 de Julho, o espectáculo final é apresentado em Valada, pelas 21h00, no dia seguinte no Centro Histórico de Santarém, à mesma hora, e no dia 27 no Centro Cultural do Cartaxo, pelas 16h00.

A freguesia de Valada, situada em plena planície ribeirinha, é o local eleito para esta iniciativa, dado que, além da beleza paisagística, esta localidade oferece a calma e a tranquilidade propícias à descoberta e interiorização de novos sons e de novos movimentos.

O Music & Dance Summer School conta com o apoio da Câmara Municipal do Cartaxo, com a qual a MusInAction, entidade responsável pela organização da iniciativa, estabeleceu um protocolo, e da Junta de Freguesia de Valada. A realização, pela segunda vez, desta iniciativa no Cartaxo contribui para a dinamização cultural de todo o concelho, sendo uma oportunidade para os jovens locais, que poderão aprofundar aqui as suas áreas artísticas.

Mais informações:

CMCartaxo

Musinaction

Final do Torneio “Luís Calado” Pereira, em Vale da Pinta

Joga-se este domingo a final do Torneio de Futebol “Luís Calado” Pereira, em Vale da Pinta.

A final está marcada para as 5 da tarde, e vai opôr Ereira e Manique do Intendente.

Antes, pelas 3, lugar ao apuramento do 3º e 4º classificados, entre Valada e Vale da Pinta.

Recorde-se que na primeira jornada, no passado domingo, os resultados foram:

Valada 3-6 Ereira
Vale da Pinta 0-3 Manique do Intendente

in Rádio Cartaxo

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Vale da Pinta recebeu Torneio “Luís Calado”

Teve lugar este domingo, a primeira jornada do Torneio de Futebol “Luís Calado”, em Vale da Pinta.

Os resultados foram os seguintes:

Valada 3-6 Ereira

Vale da Pinta 0-3 Manique do Intendente

No próximo domingo joga-se o apuramento do 3º e 4º classificado, pelas 3 da tarde, entre oValada e o Vale da Pinta.

A final está marcada para as 5 da tarde, e opõe o Ereira ao Manique do Intendente.

in Rádio Cartaxo

Torneio de Futebol Luís Calado Pereira em Vale da Pinta

Realiza-se este domingo, a partir das 3 da tarde, em Vale da Pinta, mais uma edição do Torneio de Futebol Luís Calado Pereira.

O primeiro jogo, pelas 3, vai opôr as equipas de Valada e da Ereira.

Pelas 5, joga-se o Vale da Pinta – Manique do Intendente.

A final, bem como o apuramento do 3º e 4º lugar, está marcado para dia 1 de Junho, a partir das 3 da tarde.

in Rádio Cartaxo

terça-feira, 13 de maio de 2008

Aqui está o artigo no DN


In "Diário de Noticias" de 8/5/2008

sábado, 3 de maio de 2008

Profissionais?

Li no Diario de Notícias um pequeno apontamento. O titulo era, campeão da Inatel de Santarém em futebol 11.
Referia a pessoa que enviou a noticia que a equipa campeã tinha recrutado em Lisboa jogadores, segundo a informação, profissionais para disputar o campeonato.
Não estranhei porque cada equipa apetrcha-se como pode mas admira-me que haja possibilidade de pagar a jogadores quando as receitas são insignificantes, os jogos são disputados em terras pequenas, por isso sem grande publico e as ajudas do Inatel são nulas.
Somado a tudo vem ainda o fraco puder economico das familias, então podemos deduzir que em todo lado há milagres e neste caso é o da multiplicação das receitas.

Já Pinta

O tempo tem ajudado e por isso o nosso relvado já pinta. Os mais velhos sorriem ao ler esta metáfora e os mais novos se não sabem passo a explicar.
Quando se atingia a puberdade os velhos quando apanhavam os putos tinham por hábito perguntar.-Então pá já pintas?
Esta pergunta tinha haver com o colorir das partes genitais dos putos.
Por isso ao subirmos a tapada podemos observar a relva a despontar tonalizando de verde o que até á pouco não passava de um monte de areia alisada.
Por isso é natural a satisfação do nosso presidente bem como do homem que mais tem trabalhado para que esta renovação fosse possivel-ZÉ RUSSO.
O sonho pouco a pouco tem-se tornado realidade.

Azambujeira vence e faz a festa

A Azambujeira venceu o Paço dos Negros por 4-1 e conquistou o campeonato distrital do Inatel pelo segundo ano consecutivo.

A equipa do concelho de Rio Maior jogou melhor, foi mais forte fisicamente e conquistou com justiça o troféu, embora o Paço dos Negros não merecesse perder por números tão desnivelados.

O jogo até começou melhor para a equipa do concelho de Almeirim, que inaugurou o marcador aos 35 minutos.

Na sequência da marcação de um livre, Alex foi mais rápido que a defesa da Azambujeira e desviou de cabeça para dentro da baliza, fazendo o primeiro da partida.

Só que a vantagem do Paços demorou pouco tempo, porque Pedro Silva, aos 39 minutos, fez o golo do empate num remate cruzado, num lance em que o guarda-redes Pedro não sai isento de responsabilidades.

As equipas foram para os balneários empatadas a um golo, numa primeira parte em que a Azambujeira controlou o meio campo e conseguiu ter algum ascendente sobre o adversário.

Na segunda parte, a Azambujeira mandou por completo no jogo e resolveu-o em dois minutos; aos 70, Cotchy marcou o segundo, e aos 71, Carlitos – o melhor em campo – assinou o terceiro golo.

O Paço dos Negros tentou vir para a frente e ainda falhou duas oportunidades para reduzir, embora sem conseguir empurrar a equipa adversária para a sua defesa.

Já nos descontos, Carlitos cobrou com muita classe um livre directo e fez o resultado final, que acaba por ser excessivo para o que se passou dentro das quatro linhas do Chã das Padeiras, em Santarém.

“Agora, vamos tentar ir o mais longe possível no campeonato nacional, quem sabe até à final”, disse o presidente da Azambujeira, Justino Gomes, que era um homem feliz no final do encontro.

“A época vai começar a sério e há que pensar já no próximo jogo”, frisou, e que será frente ao Ribeira de Lage, de Oeiras, já na fase zonal do campeonato do Inatel.

Além da Azambujeira e do Paço dos Negros, o Benfica do Ribatejo também está apurado para esta fase; no jogo de apuramento do 3º e 4º lugar, disputado também no dia 1 de Maio, a equipa do concelho de Almeirim venceu o Lavre por 1-0.

in O Ribatejo

terça-feira, 22 de abril de 2008

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Grande Prémio de Motonáutica adiado devido ao mau tempo

O mau tempo previsto para o próximo fim-de-semana (19 e 20 de Abril) obrigou ao adiamento do Grande Prémio de Motonáutica do Cartaxo, que devia decorrer em Valada. A competição foi transferida para o fim-de-semana seguinte (26 e 27 de Abril).

Até final desta semana está previsto forte precipitação e vento forte a muito forte, com possibilidade de inundações em meios urbanos e danos em estruturas, bem como um aumento do caudal dos rios com materiais em suspensão.

in O Mirante

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Campeonato Nacional de Motonautica em Valada

A Câmara Municipal do Cartaxo e a Federação Portuguesa de Motonáutica, com o apoio da Junta de Freguesia de Valada e dos Bombeiros Municipais do Cartaxo, organizam nos dias 19 e 20 de Abril, a segunda jornada do Campeonato Nacional de Motonáutica, nas classes S 850, T 850, T 750 e PR 750.

Depois do recorde de inscrições registado na prova inaugural, com o aparecimento de novos pilotos, que contribuiu para uma elevada competitividade nas várias classes, para as águas do Rio Tejo, prevê-se uma luta ainda mais acérrima pelos ceptros, já que em acção irá estar um maior número de conjuntos.

Com início marcado para Sábado (19), o dia está reservado às sessões de treinos livres. No Domingo (20) têm lugar os treinos cronometrados, seguidos das corridas, a disputar em duas mangas para cada categoria.

Do programa constam ainda os Radiocontrolados, que este ano voltam a integrar o calendário motonáutico, com protótipos com um motor de 3,5 cc, num circuito em forma de M, com 100 metros por 50 (100x50), e em que a corrida é efectuada em sentido anti-horário e o objectivo passa pela realização do maior número de voltas possível durante o tempo estipulado.

in TV Tejo

segunda-feira, 14 de abril de 2008

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Resultados e Classificações - 3ª Jornada, 2ª Fase

in Paço dos Negros


De salientar a passagem aos quartos de final, das duas equipas da série do RFCV (Benfica do Ribatejo e Alencalense) que agora se irão defrontar. De referir também a presença de três equipas da série C (Azambujeira, Vilanovense e Arrouquelas) na fase seguinte.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

«Recuso ver Valada crescer na ilegalidade e na clandestinidade»

O líder da Junta de Valada considera que Ana Cristina Ribeiro permite construções à revelia do INAG na aldeia de Escaroupim. Fabiano elogia a atitude da autarca de Salvaterra e considera que Paulo Caldas deveria fazer o mesmo no Cartaxo. Mas o presidente da Câmara cartaxeira não vai na cantiga.


O que é que a Câmara Municipal pediu concretamente ao LNEC em relação a Valada?
O nosso objectivo é consertar com o LNEC a elaboração de um plano hidrológico de consolidação urbana daquele espaço que vise ultrapassar as condicionantes e as limitações que o INAG aponta perante a Lei da Água.

Considera que uma conclusão diferente do LNEC sobre a questão de Valada poderá demover o INAG e fazer este organismo mudar de posição?
Sem dúvida. Há outros exemplos de municípios que têm conseguido, com alguns relatórios desta natureza, ultrapassar uma ou outra matéria. É mais uma frente de luta que abrimos e é sinal de que não vamos baixar os braços, porque o que está em causa ali é a desertificação de Valada, uma terra com grande potencial turístico. Ali, a edificabilidade é fundamental e o LNEC vai ter que nos ajudar a dizer que é possível construir em Valada.

O presidente da Junta de Valada diz que estão a ser construídas habitações no Escaroupim, mas afirma que o INAG lhe garantiu que são ilegais. Tem conhecimento?
Não faço comentários. Todas as zonas ribeirinhas estão sob domínio hídrico e pertencem ao domínio da gestão pública da administração central. Esse comentário parece-me grave, mas não faço mais apreciações.

Manuel Fabiano disse que a atitude de Ana Cristina Ribeiro é de louvar e afirmou que Paulo Caldas deveria fazer o mesmo em Valada.
Nós vamos conseguir conquistar o direito de edificar em Valada de acordo com a lei e num quadro de absoluta legalidade. O que está ali em causa é o desenvolvimento de um projecto turístico e urbano naquela freguesia. O que ali for feito é para a posteridade. Eu não quero construir em Valada uma, ou duas, ou três casas. O que eu quero é reabilitar casas, recuperar casas velhas, construir com as alturas que hoje o INAG proíbe. Estamos a falar de uma intervenção estruturante e num cenário destes eu não admito ilegalidades nem posso trabalhar por casos pontuais de clandestinidade.

Recusa, então, seguir os passos da presidente de Salvaterra de Magos, tal como aconselha Manuel Fabiano?
Recuso terminantemente. E tenho a certeza que o presidente Manuel Fabiano também recusaria, com os mesmos argumentos que eu estou agora a apresentar.

Mas o que é facto é que o autarca de Valada disse o contrário e está disposto a enfrentar um cenário de clandestinidade para salvar Valada da desertificação.
Naturalmente que o seu espírito de revolta e de sofrimento o leva a transmitir esse tipo de opinião. Eu próprio, num desabafo, poderia dizer o mesmo. É essa a interpretação que faço, mas não creio que o meu presidente de junta pretenda ver a sua freguesia a crescer num cenário de ilegalidade e clandestinidade.

in O Fundamental

Campeonato de motonáutica de volta a Valada

O curso do rio Tejo na frente ribeirinha de Valada, concelho do Cartaxo, vai ser palco nos dias 19 e 20 de Abril, das provas do Campeonato Nacional de Motonáutica nas classes S 850, PR 750, T 850, T 750 e Radiocontrolados.

Anteriormente, no dia 17, também em Valada irá decorrer uma acção de formação, enquadrada no projecto educativo da Câmara do Cartaxo para jovens dos 8 aos 16 anos.

As actividades vão permitir aos mais novos contactarem com os barcos e usufruírem de passeios pelo rio.

As duas organizações de desporto náutico são uma organização da Federação Portuguesa de Motonáutica, com o apoio da autarquia cartaxense.

in O Mirante

segunda-feira, 31 de março de 2008

sábado, 29 de março de 2008

«No lugar de Paulo Caldas, eu não deixaria morrer Valada»

Manuel Fabiano, o presidente da Junta de Freguesia de Valada, vê crescer cada vez mais o desgosto de constatar que a freguesia a que preside está a caminho da extinção. As restrições à construção impostas pelo INAG têm levado à debandada dos casais jovens. Fabiano não compreende a postura deste organismo e relembra que do outro lado do rio, no Escaroupim, estão em marcha diversas construções de vivendas, aparentemente à revelia do INAG. O líder da Junta elogia a atitude "rebelde" de Ana Cristina Ribeiro e considera que o presidente da Câmara do Cartaxo deveria fazer o mesmo.

«No lugar de Paulo Caldas, eu não deixaria morrer Valada»

O INAG continua a mostrar-se intransigente em relação à construção de novas habitações em Valada ou houve evolução da posição deste organismo no último ano?
Não, continua a intransigência. O INAG só permite obras de recuperação das habitações existentes, sem lhes modificar a traça. Construção nova é impossível ou então tem que ser feita de acordo com as características que eles exigem...

Quais são essas características?
Cotas de soleira acima do nível da cheia de 1969. Estamos a falar de três metros de altura, o que faz com que as casas novas tenham que ser construídas em cima de estacas, porque de outra forma é impossível.

A Câmara pediu ao LNEC um estudo sobre esta situação. Pode ser a salvação para Valada?
A Câmara pediu ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil um estudo, há cerca de um mês, e pelo que sei, os técnicos já andam no terreno a verificar a situação. Tudo o que for feito para resolver esta situação é bem vindo.

Porque acha que o INAG mantém este comportamento para com a freguesia de Valada?
O INAG alega que este é um leito de cheias e que não oferece protecção às pessoas que já cá moram dentro dos diques. Ora, o Estado português ainda há pouco tempo apoiou a recuperação desses diques, investindo cerca de um milhão e meio de euros. A recuperação está na fase final e os diques apresentam agora melhores condições do que apresentavam anteriormente. O que se pede ao LNEC é que elabore um documento que confirme que os diques estão em boas condições. Mais tarde, levaremos esse documento ao INAG e procuraremos criar aqui uma excepção para Valada.

Tem havido pouca sensibilidade do INAG para com a questão de Valada?
Eu acho que sim. Inclusivamente já convidei os senhores do INAG a visitarem Valada para lhes mostrar que esta freguesia está salvaguardada por diques, algo que não existe em tantas partes do nosso país, onde a água chega e entra...

Obteve resposta?
Responderam-me através de ofício dizendo que conheciam Valada tão bem ou melhor que eu. Enfim... Esse convite também já foi feito pela Câmara e as respostas são idênticas. Dá-me a sensação que são uns senhores que estão lá em cima, decidem nas secretárias e não vêm ao terreno ver nada.

Não considera que mesmo com os diques reforçados, o perigo de cheia em Valada ainda é real? O INAG não estará a ser prudente, a procurar evitar prejuízos e até perda de vidas?
Com a recuperação dos diques, com o caudal do rio Tejo muito inferior porque cada vez chove menos, com a construção de barragens e com o controlo do caudal do rio que essas barragens permitem, eu penso que não há justificação para temermos que se volte a ter uma cheia como aquela que tivemos em 1969, quando esteve praticamente três meses seguidos a chover.

Os casais jovens continuam a debandar de Valada?
Exactamente. Quem tem casas para vender em Valada puxa os preços ao máximo, pois sabem que há sempre alguém de fora que aqui quer ter uma casa de férias e dá sempre o dinheiro que é pedido. Neste momento, a especulação imobiliária aqui em Valada é superior à que se verifica no Cartaxo. Nos últimos dez anos, se aqui ficaram dois ou três casais jovens foi muito.

Que sentimento invade o espírito do presidente da Junta quando procura evitar que a sua freguesia desertifique e se depara com um organismo - o INAG - que parece só dificultar a sua tarefa?
É um sentimento de impunidade. Dá a sensação que estamos a lutar contra moinhos de vento, porque não há abertura nenhuma por parte do INAG para resolver ou sequer minimizar esta situação. Se houvesse interesse por parte do INAG esta era uma situação perfeitamente ultrapassável.

Como é a realidade nas terras vizinhas a Valada? Tem conhecimento de embaraços idênticos causados pelo INAG?
Essa é a minha maior interrogação. Na região de Salvaterra, Marinhais, Escaroupim, estão a ser edificadas habitações com uma cota de soleira praticamente ao nível do rio e aqui em Valada, freguesia protegida por um dique, não é permitido construir. Há aqui qualquer coisa que não consigo explicar...

Confrontou o INAG com essa realidade de Salvaterra de Magos?
Na última reunião em que estive com esses senhores confrontei-os com estes factos e eles disseram-me que o que está a ser feito nessas terras é tudo ilegal. Mas o facto é que está a ser feito. Dá-me a sensação que nós aqui em Valada não vamos pela via da ilegalidade mas estamos a ser prejudicados. Eu vou aqui ao Escaroupim, em Salvaterra, e vejo construírem-se vivendas ao nível do leito do rio. Isso a mim custa-me muito.

Já trocou impressões com Ana Cristina Ribeiro? A autarca de Salvaterra explicou-lhe como é que procede nesses casos?
Nós sabemos que os presidentes de Câmara podem assinar as autorizações de construção de habitações. Eles podem fazê-lo, são autónomos nesse aspecto, e aquilo de que eu me apercebo é que a presidente da Câmara de Salvaterra não liga absolutamente nada às indicações do INAG. Faz tábua rasa das leis que existem e o que é facto é que no Escaroupim aparecem novas habitações e aquela aldeia está a ganhar vida. Aqui, é tudo ao contrário...

Considera que Paulo Caldas deveria tomar uma atitude idêntica, fechando os olhos à legalidade e permitindo a construção nesse cenário?
Eu já disse pessoalmente ao presidente Paulo Caldas que caso estivesse no lugar dele, andava para a frente e depois iríamos para tribunais ou para onde quer que fosse para ver quem é que tinha razão. Eu não deixaria morrer a freguesia de Valada, que é o que está a acontecer aos poucos, caso fosse presidente da Câmara. E esta é a maior freguesia do concelho em área, com um potencial turístico imenso.

in O Fundamental

terça-feira, 18 de março de 2008

Batido o recorde de 1906 na terceira edição do Quilómetro Lançado em Valada

O vento a bater na cara e pequenos solavancos sempre que o motorista colocava uma mudança foram algumas das muitas sensações sentidas durante a curta viagem de mil metros. O antigo carro dos bombeiros voluntários de Alverca que participou pela primeira vez no quilómetro lançado que se realizou domingo, 16 de Março, em Valada, concelho do Cartaxo foi o que chamou mais à atenção de pequenos e graúdos.



in O Mirante

segunda-feira, 17 de março de 2008

2ª Fase



Resultados da 1ª Jornada, 2ª Fase do Campeonato Distrital do INATEL
Paço dos Negros 6 - Sentieiras 0
Vilanovense 1 - Carregueira 1
Azambujeira 2 - Arreciadas 0
Amoreira 2 - Raposa 2
Montinhos dos Pegos 0 - Benfica do Ribatejo 1
Alvega 1 - Arrouquelas 2
Lavre 2 - Carapuções 1
Fazendas das Figueiras 3 - Alencalense 1

in Paço dos Negros

domingo, 2 de março de 2008

Executivo discute futuro de Valada

A vereadora do PSD na Câmara do Cartaxo, Manuela Estêvão, afirmou, na reunião descentralizada do executivo municipal realizada em Valada, que aquela freguesia tem o menor investimento per capita do concelho por parte do município. E que parou no tempo por “falta de vontade política da maioria PS dos últimos 30 anos”, por não se poder construir novas habitações na freguesia, situada em área inundável.

O presidente da Junta de Valada contestou as afirmações da vereadora. Manuel Fabiano (PS) reconheceu que ainda muito há por fazer. Como acessos em condições pelas estradas nacionais 3-3 e 3-2, permitir a construção na freguesia que perdeu mais de mil habitantes em 20 anos e construir o saneamento básico.

“Tenho-me batido pela freguesia que se encontra carenciada em relação às restantes freguesias do concelho no que respeita a equipamentos. E a câmara vai ter de dar passos maiores para recuperar esse atraso”, analisou o autarca. Que definiu ainda quatro prioridades para a freguesia, tal como tinha feito o líder do município, Paulo Caldas: saneamento básico, construção, acessibilidades e desenvolvimento turístico.

O vereador da CDU, Mário Júlio Reis, mostrou-se pouco optimista quanto ao futuro da freguesia. A Câmara do Cartaxo decidiu solicitar recentemente ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)” a elaboração de um estudo técnico que ponha em evidência que Valada não está em zona de leito de cheia, e que essas conclusões sejam enviadas ao Instituto da Água.

in O Mirante

3.ª edição no dia 16 de Março - Quilómetro Lançado de Valada regressa à estrada

O Cartaxo vai voltar a receber o Quilómetro Lançado de Valada. A 3.ª edição desta prova está marcada para o dia 16 de Março, a partir das 15h00, uma vez mais na Estrada Nacional 3-2, que liga a Ponte do Reguengo à freguesia ribeirinha de Valada.


O Quilómetro Lançado de Valada é único evento no país a reunir veículos anteriores a 1918 e foi recuperado em 2006, precisamente para assinalar o centenário da primeira prova disputada em Portugal, em 1906, na Estrada Nacional 3-2, e que contou com a presença do Rei D. Carlos I e da Rainha D. Amélia.

Este ano a prova vai manter os parâmetros das edições anteriores, realizando-se em duas mangas e com os concorrentes divididos em duas categorias: construídos até 1904 e entre 1905 e 1918.

Para esta edição mantém-se o desafio de ultrapassar o record da prova, que continua a pertencer a José Aguiar, que em 1906 conseguiu o tempo de 43.300.

Retrospectiva

» Quilómetro Lançado de 1906

1.º classificado – José Aguiar, num Fiat (tempo: 43.300)

» Quilómetro Lançado de 2006

1.º classificado – António Vilar, num Mitchell de 1916 (tempo: 45.824)
2.º classificado – José Vaz Pires num Ford T de 1915 (tempo: 58.525)
3.º classificado – Pedro Paula Pinto num Ford T de 1913 (tempo: 1:02.001)

» Quilómetro Lançado de 2007

1.º classificado – Filipe Vasconcelos, num Dodge de 1915 (tempo: 43.333)
2.º classificado – Fernando Paulo Martins, num Rolls – Royce Silver Ghost de 1913 (tempo: 43.402)
3.º classificado – Amorim Nunes, num Ford T de 1915 (tempo: 57.209)

in CMCartaxo

sábado, 1 de março de 2008

Vale da Pedra – Valada termina em confusão

Comunicado

1. Vem por este meio esta Delegação manifestar o seu desagrado e incompreensão pelos gravosos acontecimentos ocorridos num dos jogos do nosso Campeonato e que atentaram gravemente contra a integridade física de uma das nossas equipas de arbitragem.

Esta situação não é certamente fruto do trabalho que todos os funcionários desta Delegação desempenham e do esforço que a grande maioria dos CCD tem feito por credibilizar o nosso Campeonato e por o tornar mais agradável em termos competitivo, desvinculando-o da imagem com que era rotulado, a do futebol mal jogado e indisciplinado. A ambição desmedida pela vitória e por uma determinada classificação não é de todo característica do “Desporto para Todos” que o INATEL promove e não tolera esta Delegação que seja procurada a todo custo, em prejuízo da integridade física de todos os intervenientes e que de uma forma puramente amadora desempenham as mais diversas funções.

5. Relativamente aos incidentes verificados no jogo n.º536 – Vale da Pedra x Valada, determina-se que:

5.1. Por o jogo n.º 536 – Vale da Pedra x Valada ter sido dado como suspenso aos 87 minutos de jogo por indisciplina, amotinação dos jogadores e demais elementos da equipa A – Vale da Pedra, e agressão à equipa de arbitragem por um jogador deste CCD é averbada à equipa do Vale da Pedra “derrota por indisciplina” e consequente 0-5, nos termos dos pontos 1 e 2 do artigo 88º do R.D.D. e também do ponto 7 do artigo 18º do Regulamento Especifico.

5.2. Por dos acontecimentos acima referidos ter resultado amotinação e grave desacato público, onde tomaram parte activa os jogadores e elementos investidos de responsabilidade do CCD Vale da Pedra, será todo o processo referente a este assunto enviado para os nossos Serviços Centrais a fim de os mesmos definirem o castigo a aplicar em função da gravidade dos factos e que será no mínimo de um (1) ano de suspensão da actividade desportiva na modalidade de futebol 11.

5.3. Por considerar extremamente gravosos estes incidentes, entendeu a Comissão de Disciplina proceder à abertura de um Processo Disciplinar, nos termos do ponto 2 do Artigo 87º do R.D.D. tendo como objectivo apurar os factos ocorridos e posteriormente castigar em conformidade os jogadores e dirigentes envolvidos nos acontecimentos acima descritos.

5.4. Mais informa esta Comissão que ao abrigo do Artigo 81º do R.D.D. a aplicação destas sanções, não isenta os infractores da responsabilidade civil ou criminal, a que as infracções eventualmente dêem lugar.

in Inatel-Santarém

20ª jornada

Série D
J. N.º Visitado
x
Visitante
536 Vale da Pedra 0** x 5** Valada
537 Granho 1 x 2 Benfica do Ribatejo
538 Vale de Santarém 0 x 5 Ereira
539 Alencalense 3 x 0 Vale Paraiso
540 Vale da Pinta 4 x 0 Lapa











Class. Equipa J V E D GM GS GA P Dc
1 Alencalense 18 11 6 1 41 23 18 39 EXP
2 Benfica do Ribatejo 18 10 7 1 41 24 17 37 1,5
3 Vale da Pedra 18 11 3 4 42 21 21 36 EXP
4 Ereira 18 8 6 4 42 25 17 30 0,0
5 Vale da Pinta 18 9 3 6 31 22 9 30 -16,0
6 Valada 18 6 3 9 28 32 -4 21 EXP
7 Vale de Santarém 18 5 2 11 28 45 -17 17 2,0
8 Granho 18 4 4 10 20 35 -15 16 -8,5
9 Vale Paraiso 18 3 4 11 26 44 -18 13 -5,5
10 Lapa 18 1 6 11 24 42 -18 9 0,0

Adiado final das obras no largo Humberto Delgado

A obra de requalificação do largo General Humberto Delgado, em Valada, concelho do Cartaxo, deverá estar concluída apenas em finais de Março, garantiram o presidente da junta, Manuel Fabiano (PS), e o vereador da autarquia Francisco Casimiro (PS). A intervenção deveria estar concluída até final de Fevereiro mas o empreiteiro solicitou um prorrogação de prazo para a conclusão dos trabalhos, que foi aceite. O presidente da Assembleia de Freguesia da Valada, Pedro Barata (PSD), lamentou que aquela seja uma “obra de Santa Engrácia” e que o atraso na sua conclusão tem prejudicado os comerciantes locais.

in O Mirante

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Vale da Pedra – Valada termina em confusão

Rádio Cartaxo

O jogo que este domingo opôs Vale da Pedra e Valada, da série D do campeonato distrital do INATEL, não chegou ao fim.

Segundo a Rádio Cartaxo apurou, quando faltavam sensivelmente sete minutos para o términus do encontro, a equipa de arbitragem assinalou um penalty a favor de Valada.

Esta grande penalidade foi o rastilho para a confusão que se seguiu. Os jogadores do Vale da Pedra não concordaram, o que levou à repetição do penálty e à expulsão de dois jogadores do Vale da Pedra.

A confusão não se ficou por aqui, com a equipa de arbitragem a ser alvo de insultos e tentativas de agressão, o que precipitou o final do encontro a poucos minutos do fim.

Na sequência desta confusão, os bombeiros municipais do Cartaxo foram chamados ao local, para onde enviaram algumas ambulâncias, e a equipa de arbitragem teve de sair do recinto no jipe da GNR.

No final, Valada venceu por 3-1.